Carlos Chaves Monteiro assegura que a sua candidatura à Câmara da Guarda «não é contra ninguém, que pretende agregar todos»

O presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, já reagiu à aprovação da sua candidatura à cadeira maior da autarquia pelo líder nacional, Rui Rio, reafirmando, em comunicado, que este era «o seu desejo», porque, justifica, «enquanto presidente da Câmara em funções», está «a meio de um trabalho muito importante para a cidade e para o concelho da Guarda».

«É, pois, justamente, para poder continuar a liderar este salto qualitativo do nível de vida das pessoas da Guarda e das freguesias, que quero apresentarme, nas próximas eleições autárquicas, ao julgamento dos meus concidadãos», salienta.

Carlos Chaves Monteiro garante a sua candidatura «não é contra ninguém, que pretende agregar todos», não deixando de fazer uma referência ao facto de a Concelhia da Guarda preferir que o candidato fosse Sérgio Costa, ex-vice-presidente e actual vereador sem pelouros». Na sua opinião, tendo em conta esta situação, «tem mais valor a confiança que a Comissão Política Nacional e o Presidente do Partido, depositaram» em quem presidente hoje ao Município da Guarda. «Por isso, tem mais valor ainda a confiança da distrital que me indicou. Por isso, tem mais valor o apoio de inúmeros presidentes de Junta. Por isso, tem ainda mais valor a larga maioria que, na Assembleia Municipal, aprovou o orçamento da Câmara para este ano de 2021», acrescenta o autarca social-democrata.

O TB tentou obter mais declarações de Carlos Chaves sobre algumas questões, entre as quais as que se referem à equipa que vai constituir e que opinião tem sobre o futuro da liderança da Concelhia da Guarda, mas, apesar da insistência, não foi possível o contacto.

Contactado pelo TB, Sérgio Costa não quis, por agora, tecer quaisquer comentários.

Recorde-se que, na Quarta-feira, o líder da Distrital, Carlos Condesso, afirmou, quando questionado por este semanário se Sérgio Costa deixaria de ter condições para se manter na liderança da Concelhia caso não fosse escolhido como candidato, que «no minuto seguinte» ao anúncio da escolha, «deve haver uma união de todos os militantes do PSD, sejam da concelhia ou do PSD, na generalidade dos militantes, porque o PSD tem que ter essa responsabilidade, independentemente de em quem recair essa decisão».

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