Concelhia do PS/Guarda acusa Álvaro Amaro de ter faltado «à verdade» sobre a concessão do Hotel de Turismo

A Comissão Política Concelhia Socialista emitiu hoje um comunicado, através do qual refere que o autarca social-democrata Álvaro Amaro afirmou “que o Governo assinou dois contratos de concessão, no âmbito do programa Revive, em Elvas e nas Caldas da Rainha, não o tendo feito na Guarda por vergonha e falta de respeito institucional”.
Na nota, o PS explica que “nenhum contrato de concessão, que fosse incumbência da Secretaria de Estado do Turismo, foi assinado na cidade respetiva”.
Segundo o partido, nas Caldas da Rainha, “tal como na Guarda, foi assinado o memorando de entendimento do Revive”.
Em Elvas “foi o Município – e não o Governo – que lançou o concurso referente ao Convento de São Paulo, uma vez que o imóvel estava concessionado a esta autarquia”.
A concelhia do PS/Guarda congratula-se com a assinatura do contrato de concessão do Hotel Turismo, pois considera que “é mais um passo em frente, o cumprimento de um formalismo, uma etapa de cariz meramente formal: assim o obriga o procedimento de concessão”.
No comunicado, o partido anuncia ainda que a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “estará na Guarda para o assinalar simbólico do início da obra de requalificação do Hotel de Turismo – facto revelador do seu respeito e interesse pela nossa cidade”.
“Onde uns perspetivaram a possibilidade de realização de um ‘número’ de oportunismo e ‘show off’ político, o PS vê o normal desenrolar de um procedimento com formalismos a cumprir”, aponta o partido.
O PS finaliza a nota referindo que “o Hotel de Turismo da Guarda será uma realidade, graças ao Governo do PS, com o contributo do PS/Guarda”.
O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, disse na sexta-feira à agência Lusa que o Governo “teve vergonha” de assinar o contrato de concessão de recuperação do Hotel de Turismo naquela cidade, mas manifestou contentamento pela solução encontrada.
Em causa está o contrato de concessão do edifício, assinado entre o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, e representantes do consórcio MRG Property e MRG Construction, de acordo com informação da Secretaria de Estado do Turismo, para o qual a autarquia alegadamente não foi convidada, situação que Álvaro Amaro disse lamentar “profundamente”. Apesar de tudo isto, o autarca manifestou-se “muito contente” com a solução encontrada “que permite devolver o Hotel de Turismo à economia da Guarda e è economia nacional”.

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