Defesa de Pedro Dias interpôs recurso do acórdão de 25 anos do Tribunal da Guarda

A advogada de defesa de Pedro Dias disse hoje que interpôs recurso do acórdão do Tribunal da Guarda que condenou o arguido à pena máxima de 25 anos de prisão por vários crimes cometidos em Aguiar da Beira. Mónica Quintela falava aos jornalistas à entrada do Tribunal de Sabrosa, onde Pedro Dias vai começar a ser julgado hoje pelo crime qualificado do furto do jipe que usou na fuga desta zona para Arouca, quando estava a ser procurado após os crimes de Aguiar da Beira.
O início deste julgamento acontece dois meses depois de Pedro Dias ter sido condenado, pelo Tribunal da Guarda, à pena máxima de 25 anos de prisão, em cúmulo jurídico, por vários crimes cometidos, entre os quais três homicídios consumados.
Mónica Quintela afirmou aos jornalistas que já interpôs recurso do acórdão do Tribunal da Guarda e explicou que, agora, o Ministério Público (MP) e os assistentes têm um prazo de 60 dias para se pronunciaram.
Depois, o processo será remetido para o Tribunal da Relação de Coimbra.
Em relação ao julgamento de Sabrosa, a advogada disse que vai pedir que seja alterada a qualificação jurídica do crime. Pedro Dias está acusado pelo MP do crime de furto qualificado de um jipe da Quinta do Portal, em Celeirós, concelho de Sabrosa.
O crime remonta a Outubro de 2016, numa altura em que o arguido era procurado na zona de Vila Real e Sabrosa, depois de terem ocorrido os homicídios em Aguiar da Beira e depois e ter sido avistado em Constantim por uma patrulha da GNR. “Este é um processo que surgiu de uma extracção de certidão do processo de Aguiar da Beira, que deveria ter sido julgado no outro processo da Guarda e prende-se com o veículo que foi utilizado durante a fuga do senhor Pedro Dias”, referiu Mónica Quintela
A advogada disse que o arguido hoje vai prestar depoimento e salientou que se pretende que o julgamento “seja mais rápido”. “O senhor Pedro utilizou aquele jipe e trata-se apenas de explicar qual a qualificação jurídica que foi dado a esse ato”, frisou.
O arguido encontra-se em prisão preventiva no estabelecimento prisional de alta segurança de Monsanto.

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