Joaquim Brigas é o novo presidente do Politécnico da Guarda

Joaquim Brigas foi eleito esta tarde presidente do Instituto Politécnico da Guarda, sucedendo no cargo a Constantino Rei. A escolha foi feita pelo Conselho Geral daquela instituição. Concorriam à presidência Gonçalo Poeta, Joaquim Brigas e Pedro Rodrigues. O colégio eleitoral, constituído por professores, alunos, funcionários e representantes da comunidade, deu a vitória, à segunda volta, a Joaquim Brigas, que arrecadou 17 votos, enquanto o segundo candidato mais votado, Gonçalo Poeta Fernandes, actual vice-presidente do IPG, obteve 14 votos.
Na primeira volta, Joaquim Brigas obteve 16 votos, Gonçalo Poeta Fernandes 12 e Pedro Rodrigues, o terceiro candidato, professor na Escola Superior de Tecnologia Gestão do IPG, arrecadou três votos.
Após conhecidos os resultados, Joaquim Brigas, disse aos jornalistas que no mandato de quatro anos vai procurar trabalhar para «tentar inverter a tendência» que a instituição tem tido nos últimos anos em relação ao número de alunos que, em sua opinião, «não é o desejável». «Gostava que o Politécnico da Guarda fosse uma referência a nível nacional. Em algumas áreas, podemos sê-lo perfeitamente e tudo faremos para isso», declarou.
Para o presidente eleito, «há uma coisa que terá de ser considerada e implementada, que é o Politécnico da Guarda estar ao serviço de toda a região, não apenas da Guarda, concelho, mas de todo o distrito da Guarda”.
“E, para além disso, através das novas e modernas tecnologias, fazer aquilo que outras instituições já fazem, que é o ensino à distância e temos também pessoas, naturalmente, capazes de fazerem um bom trabalho nessa área”, disse.
Joaquim Brigas tem 58 anos e concorreu à presidência do IPG pela terceira vez, tendo já sido director da Escola Superior de Educação (actual Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto) entre 1998 e 2009.
“Espero ter a capacidade e o discernimento para conduzir, digamos assim, este barco e inverter esta tendência. Porque aquilo que temos neste momento não é nada fácil e há muito, muito trabalho pela frente», concluiu.
O presidente eleito do IPG, que sucede no cargo a Constantino Rei, vaticina que no desempenho das funções irá «precisar de trabalhar com muitos parceiros».

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