Ministro da Cultura afirmou que a Guarda é uma cidade atractiva

O ministro da Cultura afirmou esta tarde que a Guarda é uma cidade atractiva. Luís Filipe Castro Mendes lembrou a altura em que frequentemente passava a fronteira de Vilar Formoso, vindo de França, confessando não haver «razões para subir à Guarda». «Vai haver agora», disse durante o discurso que precedeu as inaugurações da exposição “As Infâncias Perduráveis|The Enduring Childhood”, de Paula Rego, no âmbito do III Simpósio Internacional de Arte Contemporânea – Cidade da Guarda, que lhe presta tributo, do Núcleo de Arte Contemporânea em depósito do Novo Banco e da Secção de História Medieval e Moderna do Museu da Guarda.

Álvaro Amaro, presidente da Câmara da Guarda, aproveitou a presença do governante para falar do projecto do Quarteirão das Artes, destacando que quer com esta nova colecção de arte contemporânea quer com o SIAC, a autarquia está a dar «corpo, substância, a essa aspiração».

«Esta é uma medida de uma concepção política com a qual estou de acordo», afirmou Castro Mendes, sublinhando que o Quarteirão das Artes «será um edifício, mas sobretudo é uma obra do espírito».

Mas os elogios não ficaram por aqui. O ministro disse que a Guarda «é uma cidade de cultura, que faz e que está atenta», destacando a cooperação transfronteiriça com Salamanca. «É importante para a internacionalização e visibilidade da cidade», considerou. «Só tenho que saudar o que aqui está a ser feito», concluiu o governante.

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