Ministro da Saúde diz que «não faz nenhum sentido» pronunciar-se sobre demissões na Guarda

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, disse hoje que «não faz nenhum sentido» pronunciar-se sobre as recentes demissões na Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda. Em Setembro, o Hospital Sousa Martins, da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, teve três pedidos de demissão de coordenadores de áreas de gestão integrada (blocos operatórios e da área cirúrgica). Confrontado hoje com o assunto, durante uma visita à ULS, Adalberto Campos Fernandes disse que «não faz nenhum sentido o ministro da Saúde, nem sequer o presidente da ARS, estarem a comentar questões que são da intendência das instituições». «Em todo o sistema de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) existem, como sabem, 130 mil profissionais, mais do que isso, e existem questões que têm a ver com o funcionamento normal das equipas», disse.
E acrescentou: «São centenas de equipas, são milhares de profissionais. Faz algum sentido o ministro da Saúde estar a intrometer-se em questões que são da intendência administrava local?».
O titular da pasta da Saúde disse ainda que nem conhece as razões da demissão dos três coordenadores, mas que para isso existe o Conselho de Administração da ULS da Guarda. Admitiu que «são questões que são relevantes do ponto de vista institucional» e que lhe foi dito que «se trata de assuntos correntes, de serviço interno», e que o Conselho de Administração «está é para isso, é para resolver».

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