Bebé estava vivo quando a mãe deu entrada nas Urgências do hospital da Guarda

O bebé que morreu no hospital da Guarda, em meados de Fevereiro, estava vivo quando a mãe deu entrada nas Urgências de Obstetrícia. A confirmação é dada pelos registos cardíacos do feto que já estão na posse do Ministério Público.
Inicialmente, avançou-se que tinham desaparecido os exames que poderiam confirmar se o bebé estava vivo ou não, quando a mãe deu entrada nas Urgências do Hospital da Guarda, mas, como adianta o Jornal de Notícias, esse exame refere-se aos registos cardíacos do feto registados na véspera. Aquele diário adianta que os resultados do exame feito pela grávida no dia em que se confirmou a morte do bebé constam da caderneta pessoal da mulher de 39 anos e que já estarão na posse do Ministério Público (MP). Este último registo, refere ainda o JN, comprova que o bebé estava vivo quando a mulher deu entrada nas Urgências. O MP terá agora que confirmar se o feto poderia ter sobrevivido se a mãe tivesse recebido assistência médica de imediato.
A SIC Notícias adianta que a mulher esperou uma hora e meia para ser assistida. Nikky Santos e Sérgio Ferreira, um casal que se cruzou com a grávida, na sala de espera das Urgências, deverão ser ouvidos pelo MP para confirmar se houve demora na assistência. O MP aguarda agora o relatório final da autópsia ao feto e de um parecer médico do Instituto de Medicina Legal (IML) para poder retirar conclusões.

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