Carlos Peixoto recandidata-se convicto de que tem «capital de confiança» junto dos militantes

O líder da distrital do PSD, Carlos Peixoto, anunciou que vai recandidatar-se ao cargo, que deverá ser sufragado no início de Junho. O deputado à Assembleia da República pelo círculo da Guarda diz que se recandidata porque conseguiu «arranjar uma equipa de pessoas que agrega a experiência acumulada e a renovação». A lista completa irá ser apresentada na próxima semana, mas o candidato anunciou que Júlio Sarmento encabeça a lista à Mesa da Assembleia, Denise Fragona lidera a lista ao Conselho de Jurisdição e António Peres será o escolhido para a Comissão Distrital de Auditoria Financeira. Carlos Ascensão, presidente da Câmara de Celorico da Beira, é o mandatário da candidatura.
Carlos Peixoto realça que foi modificada parte da equipa que o acompanhou no último mandato com a integração «de caras novas e novos pensamentos». «Só com esta renovação se conseguirá manter o partido renovado». O actual líder considera que cumpriu «aquilo a que se tinha proposto», destacando o facto do partido «ter ganho todas as eleições», nomeadamente as legislativas e as autárquicas. «Aumentámos o número de votos e de mandatos, ainda por cima numa conjuntura difícil», sustentou o dirigente. Carlos Peixoto evidenciou que a distrital do PSD da Guarda foi uma das três que «não perdeu presidências de câmaras municipais». O recandidato à liderança do PSD argumenta ainda que fez um mandato de «grande proximidade» com os militantes, tendo sido promovidas várias iniciativas, conseguindo «afirmar o partido». E aponta que em 4 anos o partido registou um aumento de 675 novos militantes. «Com esta distrital o partido atingiu níveis de representatividade que nunca teve».
Do Plano de Acção que vai apresentar aos militantes, Carlos Peixoto destaca a criação do Conselho Estratégico Distrital «desenhado a nível nacional». Esta estrutura irá trabalhar em conjunto com o presidente da Distrital em 12/13 áreas já definidas. A ideia é «cativar e estimular» inde-pendentes para que «possam contribuir com a sua experiência e produzir um documento para que se faça um diagnóstico dos problemas e apontar soluções que servirá de embrião ao livro “A Guarda na vanguarda de Portugal”».
Confrontado com a possibilidade de ter de disputar a liderança da distrital com a colega de bancada na Assembleia da República, Angela Guerra, Carlos Peixoto considera que a deputada como militante «tem os mesmos direitos». O líder ressalva que não chegou «hoje» à liderança e tem um percurso que representa «um capital de confiança» que os militantes «reconhecem». «Tenho antecedentes», refere enumerando as funções que já desempenhou no partido. Começou como vogal na concelhia do PSD de Gouveia, foi posteriormente eleito presidente da mesma estrutura, passou a vice-presidente da distrital, na liderança de Júlio Sarmento e é líder da distrital desde 2014.

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