Cinco politécnicos do Centro juntos para exame único de acesso a alunos do profissional

Cinco institutos politécnicos da região Centro, entre os quais o da Guarda, formaram um consórcio que vai permitir ao estudantes do Ensino Profissional e Artístico utilizar a mesma prova específica de ingresso naquelas instituições, anunciou o Politécnico de Coimbra (IPC).

Em nota enviada à agência Lusa, o IPC explica que o exame de acesso comum incide sobre o concurso especial de ingresso no Ensino Superior «para titulares dos cursos de dupla certificação do ensino secundário e dos cursos artísticos especializados».

O consórcio reúne, além do instituto de Coimbra, os politécnicos de Castelo Branco, Guarda, Tomar e Viseu. Jorge Conde, presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, citado na nota, explica que a solução preconizada pelo novo consórcio vai permitir a um aluno «fazer apenas uma prova de acesso na instituição mais próxima da sua área de residência e candidatar-se a todos os institutos politécnicos da região que abrirem vagas para os concursos especiais de acesso ao Ensino Superior». «Pretende-se facilitar o acesso ao ensino superior por parte destes estudantes», sustenta o presidente do IPC.

Jorge Conde sustenta que, a nível nacional, as ofertas educativas e formativas de dupla certificação, escolar e profissional, do ensino secundário, conferentes do nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações «são actualmente responsáveis por cerca de 45% dos alunos que frequentam o ensino secundário».

O comunicado sublinha ainda que os exames regionais para os estudantes do Ensino Profissional ingressarem no Superior estão previstos decorrer no mês de Setembro. «A solução de um consórcio de Politécnicos, que já era conhecida para a região Norte e para a região Sul, será o passo possível para o ano lectivo 2020/2021, estando no horizonte uma solução de âmbito nacional para o ano lectivo 2021/2022», adianta.

A nota acrescenta que o consórcio agora criado na região Centro «poderá ainda integrar o Politécnico de Leiria, que tem pendente a sua decisão». «Por definir estão as áreas científicas nas quais as instituições pretendem lançar o concurso», refere.

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