Coligação “Guarda em Primeiro” assegura que o programa eleitoral é «realista» e «funcional»

SONY DSC

«Realista e funcional» é esta a classificação dada pelo candidato da coligação “Guarda em Primeiro” (CDS-PP, MPT e PPM) à presi-dência da Câmara da Guarda dá ao programa eleitoral dado a conhecer ao por-menor na passada Segunda-feira.
«Tudo o que nós aqui [no programa eleitoral] pro-pomos, é um trabalho que tem como objectivo ser realista. Não estamos aqui a propor obras megalómanas, não propomos um programa de “show off”, não criamos realidades virtuais», disse Carlos Adaixo. Na sua opinião, a coligação apresenta um programa «funcional», com propostas para os próximos quatro anos que incluem investimentos que terão retorno «do ponto de vista económico e social» e que «pode ser exequível».
Os equipamentos que já existem na Guarda «são suficientes», daí que defenda que não é necessário gastar mais dinheiro para que a cidade mais alta do país fique melhor. Entende que «com o mesmo orçamento» camarário que existe actualmente é possível «melhorar as condições de habitabilidade» das populações. Em sua opinião, para que tal aconteça, apenas será necessário deslocar algumas verbas «mal utilizadas em determinados sectores» para outros mais importantes.
Segundo Carlos Adaixo, o programa eleitoral da candidatura de coligação CDS-PP, MPT e PPM assenta em quatro vectores fundamentais que correspondem às neces-sidades da Guarda nas próximas décadas: inves-timento e emprego, acção social, cultura e património e ambiente.
Entre outras propostas, a candidatura “Guarda em Primeiro” defende a criação de uma Agência para o Investimento e Emprego (denominada InvestGuarda), a redução de impostos municipais, o reforço da mobilidade urbana, a criação de uma «fábrica de cultura» para apoio a criadores locais e a despoluição dos rios Diz e Noéme.
A criação de uma aplicação para telemóveis que permita que os munícipes tenham acesso directo a toda a informação camarária (contas de água, deliberações, contratos públicos, ajustes directos, etc.) e de um portal dedicado ao turismo, para promoção turística do concelho, fazem também parte do programa autárquico.
Reforçar o serviço de transportes públicos, elaborar um plano de mobilidade do concelho, dar dignidade e centralidade à feira quinzenal da Guarda; apoiar e incentivar o associativismo agrícola, reabilitar o parque de campismo e caravanismo são outras das medidas defen-didas pela coligação.
O actual presidente da autarquia da Guarda, Álvaro Amaro, vai concorrer ao segundo mandato pelo PSD, o PS candidata Eduardo Brito, Jorge Mendes é o candidato do BE e Carlos Canhoto lidera a candidatura da CDU. Nas eleições autárquicas de 2013, o social-democrata con-quistou ao PS a presidência da câmara que era gerida por este partido desde as primeiras eleições au-tárquicas (1976).

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

O website do Terras da Beira utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies Mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close