Começa hoje um novo ciclo autárquico na Guarda liderado por independentes

Pela primeira vez na Guarda, a presidência da Câmara Municipal será exercida por um independente, o ex-social-democrata Sérgio Costa, que desde 2013 exerceu o papel de vereador, tendo, aquando da saída de Álvaro Amaro para o Parlamento Europeu, também sido vice-presidente até Carlos Chaves Monteiro (até agora titular da cadeira maior da autarquia) lhe ter retirado todos pelouros.

A tomada de posse do novo presidente da Câmara, dos vereadores e dos deputados da Assembleia Municipal está agendada para a tarde deste Sábado, a partir das 16 horas, na Sala Dr. António de Almeida Santos, nos Paços do Concelho.

Na equipa de Sérgio Costa estão Diana Monteiro e Amélia Fernandes, que integravam a lista do movimento “Pela Guarda”. Pelo PSD, foram eleitos Carlos Chaves Monteiro (até agora presidente da Câmara, em substituição de Álvaro Amaro que passou a exercer as funções de eurodeputado, Lucília Monteiro e Victor Amaral, que também integravam o executivo municipal. Luís Couto será o representante do PS.

O PSD, que durante estes últimos oito anos teve o poder do município passa, assim, a partir de Sábado, a ocupar o lugar da oposição, tal como o PS que não conseguiu recuperar a presidência perdida em 2013. Os vencedores das últimas autárquicas não têm, contudo, maioria na Câmara e nem na Assembleia Municipal, podendo surgir um acordo com o PS.

O movimento “Pela Guarda” (PG), liderado por Sérgio Costa, foi o grande vencedor das últimas autárquicas, derrotando Carlos Chaves Monteiro, candidato pelo PSD, por opção da Distrital e Nacional, contrariando a decisão da Concelhia, na altura liderada por Sérgio Costa.

O PG obteve 36,22% dos votos e garantiu três mandatos, seguindo-se o PSD com 33,68% (com igual número de mandatos) e o PS com 17,98% dos votos e um mandato. Para a Assembleia Municipal, o PG elegeu 16 deputados, o PSD 15 e o PS 10. O CDS, o BE e o Chega têm um reprepresentante cada. De fora ficou ficou a CDU.

Quanto às freguesias, o PSD venceu na única freguesia da cidade e em mais 20 freguesias rurais. O PS ficou com apenas sete, o movimento independente “Pela Guarda” com cinco e os grupos de cidadãos com nove.

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