Cunha Rasteiro é o novo comandante da GNR do distrito da Guarda

O coronel Luís Cunha Rasteiro é, desde a passada Sexta-feira, o novo coman-dante do Comando Territorial da GNR da Guarda, em substituição do tenente-coronel António Manuel Lourenço Lopes, natural da Sertã, que desempenhava o cargo desde 2 de Novembro de 2011.
O novo comandante tem 49 anos e é licenciado em Ciências de Comunicação, com bacharelato em Relações Públicas. Ingressou no quadro permanente de oficiais da GNR em 1990, tendo desempenhado diversas funções, entre as quais, a de adjunto do comandante da Companhia da Guarda Fiscal de Vilar Formoso, comandante do subdestacamento Fiscal de Vilar Formoso, comandante do Subdestacamento Fiscal de Aveiro, comandante do Destacamento Territorial de Vilar Formoso, comandante do Destacamento Territorial de Gouveia, chefe da Secção de Investigação Criminal do Grupo Territorial da Guarda, comandante do Grupo Territorial da Guarda e segundo comandante do Comando Territorial da Guarda. Ao longo da sua carreira militar tem averbados 11 louvores, três referências elogiosas e 11 medalhas.
O coronel Cunha Rasteiro, que tomou posse na Sexta-feira numa cerimónia realizada nas instalações do Comando, na cidade da Guarda, presidida pelo tenente general Botelho Miguel, segundo comandante geral da GNR, disse que vai apostar na proximidade ao cidadão e na cooperação e articulação com vista à promoção de «mais e melhor segurança». Acrescentou que é também sua preocupação dar continuidade à redução dos índices de criminalidade registados no distrito. «Não obstante os índices de conflitualidade, criminalidade e de sinistralidade rodoviária, registados no distrito da Guarda, se encontrarem em valores relativamente baixos face à média nacional, e com tendência de redução, é minha particular preocupação dar continuidade a esta tendência de resultados», disse no seu discurso.
O novo comandante referiu ainda que a sua acção será norteada em quatro princípios: proximidade ao cidadão, cooperação e articulação, racionalização de recursos e modernização de proce-dimentos e protecção, acompanhamento e apoio dos activos.
Em relação à proximidade ao cidadão, Cunha Rasteiro propõe «melhorar a qualidade da acção e da resposta assente na concretização e incremento de programas de policiamento de proximidade orientados para os problemas concretos, sejam os que se relacionam com os grupos sociais mais vulneráveis aos fenómenos de insegurança (crianças, idosos, vítimas de crimes), sejam os que visam corresponder cabalmente ao exercício da autoridade do Estado (policiamento intensivo em zonas urbanas e rurais mais fragilizadas do ponto de vista da segurança)».
Na cooperação e articulação, referiu a colaboração com todos os organismos «que concorrem para a promoção de mais e melhor segurança» e sublinhou o «aprofundamento» das relações com a Guarda Civil de Espanha, «na partilha de informações, no apoio mútuo e na conjugação de esforços no combate à criminalidade transfronteiriça».
É objectivo do novo comandante proceder à racionalização de recursos e modernização de procedimentos «de modo a simplificar a vida do cidadão e permitir redirecionar os militares para o que é a essência da sua missão».
Por fim, em relação à protecção, acompanhamento e apoio dos activos, promete colocar todo o seu empenho, capacidades e conhecimento «para a obtenção de melhores condições de trabalho e motivação para o cumprimento da missão da Guarda, seguindo o lema que esta é uma força humana, próxima e de confiança».

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