Distrital do PSD da Guarda escolhe nomes para deputados depois da eleição do líder do partido

A Distrital do PSD tem uma Assembleia marcada para a próxima Segunda-feira, na Guarda, para discutir o perfil dos nomes que vai indicar para deputados à Assembleia da República, nas eleições legislativas de Janeiro. A discussão terá lugar dois dias depois de ser eleito o próximo presidente do PSD. O presidente da Comissão Política Distrital, Carlos Condesso, disse ao TB que «não faz qualquer sentido» estar a definir nomes de candidatos a deputados sem se saber quem será o próximo líder do PSD, Rui Rio ou Paulo Rangel. A decisão encaixa no prazo definido pela Comissão Política Nacional para o processo de escolhas dos deputados, que prevê que as estruturas distritais indiquem os nomes até 30 de Novembro. Já as estruturas concelhias têm até esta Quinta-feira para se pronunciarem.

Carlos Condesso sublinha que «fica ao critério das concelhias» cumprir este prazo, mas na sua opinião «é descabido» estar a escolher nomes antes de se saber quem vai liderar o partido. «As escolhas podem ser incompatíveis com aquilo que é o pensamento e estratégia do presidente eleito», reforça. Sobre os nomes a escolher, Carlos Condesso sustenta que a Distrital terá em conta «a qualidade e notoriedade» dos candidatos a deputados e defende que o distrito tem «uma panóplia de quadros qualificados que podem vir a representar o distrito». Questionado sobre se poderá optar-se pela continuidade de Carlos Peixoto, o líder da distrital considera que o distrito tem estado «bem representado» e que o actual deputado defendido bem «as causas» do território.

Recorde-se que a Distrital da Guarda já fez saber que apoia Paulo Rangel, que no passado Domingo esteve na Guarda num encontro de militantes. O actual deputado do PSD à Assembleia da República pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto, também esteve na sessão.

No próximo Sábado, o PSD no distrito da Guarda tem 1407 militantes em condições de votar no para eleição do próximo líder do partido, por terem o pagamento das quotas em dia. De acordo com o site do PSD, os militantes que estão habilitados a participar no sufrágio do distrito da Guarda representam 3,06 por cento do universo de 46 mil em todo o país. Notícia completa na edição desta semana do Jornal Terras da Beira.

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