Grupo JOM compra antiga Gartêxtil e anuncia abertura de loja em 2017

O Grupo JOM comprou as antigas instalações da Gartêxtil e anunciou a abertura de uma loja que vai criar 18 postos de trabalho directos e cerca de 50 indirectos. O investimento de quatro milhões de euros foi divulgado a semana passada em conferência de imprensa na Câmara Municipal da Guarda. O empresário Joaquim Oliveira Mendes anunciou que a loja da Guarda será umas das três a abrir no próximo ano. A data de inauguração deverá ser marcada no dia em que se iniciarem as obras, um hábito que o empresário diz fazer questão de cumprir também na Guarda. Os trabalhos deverão iniciar-se logo que estejam resolvidos os trâmites legais. Joaquim Oliveira Mendes calcula que a loja abrirá antes da Páscoa.
A loja da Guarda terá 4.500 metros quadrados mais um armazém. Serão ainda cedidas áreas para um restaurante e outros espaços comerciais e serviços. O grupo, dedicado ao comércio de móveis e outros artigos para a casa, tem actualmente 18 lojas em todo o país. O recrutamento dos colaboradores deverá ser feito através do Instituto de Emprego e Formação Profissional.
O investimento na Guarda fazia parte dos planos da JOM quase há uma década. O empresário contou que há oito ou nove anos quis abrir uma loja na cidade, mas os preços dos terrenos eram muito elevados. «Pediam demasiado pelos terrenos. Aqui não era Lisboa», comentou ao recordar as dificuldades que surgiram na altura. Ainda chegou a reunir com a autarquia, mas a alternativa que lhe foi apresentada não era a mais indicada para aquele tipo de negócio. A Câmara sugeriu-lhe a compra de um terreno na Plataforma Logística. «Nós queremos uma loja para abrir ao público. Não queremos um armazém», argumentou justificando a opção do grupo em querer um espaço central na cidade. «Como não conseguimos abrir na Guarda, abrimos na Covilhã», contou.
O presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, aproveitou o relato do empresário para criticar os seus antecessores na autarquia. «Temos um empresário que decidiu apostar no interior passou por cá e foi investir na Covilhã, em Castelo Branco e em Viseu. A Guarda saiu do radar. Perdeu-se oito anos. A JOM já cá podia estar», sustentou.
Joaquim Oliveira Mendes disse ser «uma honra poder fazer parte do futuro desta cidade» e poder contribuir para «aumentar o emprego», «diminuir as assimetrias regionais» e «ajudar na modernidade».

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