Guarda e Famalicão recebem Outonalidades

Este Sábado há «música fresca e vibrante com influências escandinavas» no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG), a partir das 22h00, com Louisa Lyne & Yiddishe Kapelye (Suécia). O repertório deste projecto inclui canções tradicionais bem como material próprio que mistura tango, jazz e folk. Di Yiddishe Kapelye é composto por acordeão, violino, violão, contrabaixo, guitarra e piano. O grupo convida o público a explorar a sua música. Uma experiência vibrante, tanto musical como visualmente, escreve o TMG na agenda cultural.
O espectáculo faz parte do programa da 21ª edição do OuTonalidades – circuito português de música ao vivo, coordenado pela d’Orfeu Associação Cultural, que até ao próximo dia 14 de Dezembro leva mais de 40 concertos a 18 espaços, distribuídos por Portugal, Espanha e Suécia.
No distrito da Guarda, tal como tem sucedido, o Outonalidades leva espectáculos a dois equipamentos culturais: TMG e Casa da Cultura de Famalicão da Serra.
Além do concerto deste Sábado, o Teatro Municipal da Guarda recebe, a 17 de Novembro, o novo espectáculo de Odaiko, «a melhor representante do folk ibérico e a percussão de vanguarda», em companhia de Vanesa Muela, artista admirada na cena musical pelo seu trabalho pela música tradicional ibérica.
«A sinergia musical que conseguem os músicos de Odaiko e a intérprete e percussionista castelhana mostram que na música, quando o sentimento é comum, o resultado é excelente», lê-se na página oficial da organização.
O duo sobe ao palco do Café Concerto às 22h00.
Para a Casa da Cultura de Famalicão da Serra estão programados cinco concertos, em Outubro (dia 29), Novembro (dias 5 e 26) e Dezembro (dia 10 e 17), todos às 16h00.
Sofia Ribeiro é a primeira a actuar. Conhecida pela sua voz profunda, enorme versatilidade, capacidade de expressão e fortes actuações ao vivo, percorreu já meio mundo cativando audiências para o seu universo musical único.
No seu novo álbum “Mar Sonoro”, revela, com excelência, o seu imenso potencial como cantora e compositora, e reúne harmoniosamente diversas influências: do jazz à world music, com temas originais e versões, assim como adaptações de poemas de autores portugueses, tais como Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa.
Segue-se Andarilho 2.0, no qual o músico aveirense Rui Oliveira junta-se à criatividade de DJ Deão para uma noite com uma sonoridade única: música tradicional electrónica, tendo como inspiração “a vida aventureira daqueles que não param nunca a caminhada, mesmo sentados”, escreve F. Alves, citado pela d’Orfeu.
Ainda em Novembro, actua Desbundixie, projecto que tenta reviver o estilo jazzístico denominado de Dixieland, apresentando temas escritos de época, orquestrados por estes músicos. Deste modo é feita uma abordagem ao estilo Dixieland, com uma linguagem específica da banda, marcada pelo improviso e pela irreverência que a caracteriza.
Segue-se Fado Violado. A partir da tradição, viajando pela Península Ibérica, Ana Pinhal e Francisco Almeida transformam e recriam o Fado dando-lhe a densidade e as cores do Flamenco, mas sem nunca quem ouve achar-se longe da branca, mágica, viajante e melancólica Lisboa.
O último espectáculo está a cargo de Jordi Molina. Pioneiro, inquieto, talentoso e não-conformista. Estes são alguns dos atributos que têm acompanhado o tenor durante sua carreira de mais de trinta anos, escreve a d’Orfeu.

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