Isabel Coelho nomeada como nova presidente da administração da ULS da Guarda

nova administração da Unidade Local de Saúde da Guarda deverá iniciar funções nas próximas semanas. O Conselho de Ministros nomeou na passada Quinta-feira os novos dirigentes da estrutura de saúde do distrito. Tal como já tinha sido noticiado, o Ministério da Saúde escolheu a médica Isabel Coelho, actual coordenadora da Unidade de Saúde Familiar A Ribeirinha, para suceder a Carlos Rodrigues, da presidência da ULS. Com ela foi nomeada a restante equipa técnica escolhida por Isabel Coelho: Fátima Cabral (actualmente chefe do Serviço de Dermatologia no Hospital da Guarda) deverá ser a directora clínica; Fátima Lima (médica de clínica geral e familiar no Centro de Saúde de Gouveia) a directora dos cuidados de saúde primários; Nélia Faria (enfermeira no Serviço de Pediatria do Hospital da Guarda) a enfermeira-directora e Sandra Gil (administradora hospitalar per-tencendo aos quadros da ULS) a vogal executiva (escolhida pelo Ministério das Finanças). Todas as nomeações receberam parecer favorável da CRESAP. A nova equipa deverá iniciar funções nos primeiros dias de Maio. Fátima Cabral já foi directora clínica, no conselho de administração presidido por Ana Manso. A esta equipa deverá juntar-se o vogal a indicar, também nos termos dos novos estatutos da ULS, pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. Tudo indica que seja confirmado o nome de José Monteiro, actual presidente da Câmara de Celorico da Beira. De recordar que o facto de Isabel Coelho ter tido a pretensão de escolher a equipa completa terá atrasado todo o processo para substituir os actuais responsáveis por aquela unidade de saúde. Refira-se que actualmente, o Conselho de Administração da ULS da Guarda é composto pelo presidente, Carlos Rodrigues, pelo médico Gil Barreiros que acumula a funções de director clínico, para os cuidados hospitalares e cuidados primários, pelo enfermeiro João Marques e pela vogal Flora Moura.
Recorde-se que o processo de escolha do novo conselho de administração gerou polémica depois do presidente da Federação Distrital, António Saraiva, ter dirigido um e-mail, em nome daquela estrutura, a Ivo de Oliveira, adjunto do ministro da Saúde, dando conta da discordância da proposta que lhe foi transmitida. O dirigente alertava para o facto que se não for tida em conta a opinião dos socialistas da Guarda, alguns dos candidatos autárquicos poderão vir a desistir ou até mesmo ser retirada a confiança política aos «responsáveis» pela decisão na escolha do CA. No texto, António Saraiva defendia que não era possível que uma estrutura como é a ULS da Guarda não integrasse «um único elemento de plena confiança» das estruturas locais e concelhias.
Contactado na altura pelo TB, António Saraiva escusou-se a tecer mais comentários, esclarecendo apenas que não estava em causa a escolha de Isabel Coelho, a quem o Ministério da Saúde tinha dirigido o convite.

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