Júlio Santos candidata-se à liderança da concelhia da Guarda do PSD para garantir «estabilidade política»

Júlio Santos anunciou Segunda-feira a sua candidatura a presidente da concelhia da Guarda do PSD, com eleições marcadas para Sábado, com o objectivo de garantir «estabilidade política» à estrutura partidária. «Seremos o garante de estabilidade política, de harmonia e serenidade de que o PPD/PSD da Guarda tanto precisa», disse o candidato na conferência de imprensa de apresentação da candidatura.

Júlio Santos, que se candidata pela segunda vez consecutiva ao cargo – nas anteriores eleições perdeu com o actual líder concelhio, Tiago Gonçalves -, disse também que, caso seja eleito presidente da estrutura social-democrata concelhia a equipa que lidera será «o escudo político do executivo municipal, deixando a este a árdua tarefa de gerir o concelho sem “achas ou areias na engrenagem”». «É da responsabilidade de todos nós zelar pela manutenção do PPD/PSD à frente dos destinos da Guarda, apostando na estabilidade, na pacificação do nosso partido, através de uma escolha responsável nas próximas eleições internas para a concelhia da Guarda», acrescentou o líder da lista A.

O candidato tem como adversário Sérgio Costa (lista G), ex-vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, que em Março passou a vereador sem pelouros na maior autarquia do distrito da Guarda, após o presidente Carlos Chaves Monteiro (PSD) lhe ter retirado a confiança política.

«Sinto o pulsar dos militantes e também o pulsar da comunidade, que é muito importante. E, neste momento, os militantes não querem uma afronta à autarquia, querem, acima de tudo, harmonia e estabilidade e é esse o lema da nossa candidatura», afirmou Júlio Santos. Segundo o candidato, «criar condições de estabilidade na governação do concelho e credibilizar a ação política» é um eixo estratégico da candidatura.

Ester Amorim, candidata à Mesa da Assembleia, disse na conferência de imprensa que a candidatura de Júlio Santos é formada por «gente da Guarda». «Se os militantes nos derem a sua confiança votando na lista A, irá surgir uma nova forma de fazer política capaz de juntar todos os militantes no mesmo projecto. Não admitimos calúnias, nem intrigas em relação à Câmara Municipal da Guarda e ao seu presidente», disse.

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