LPCC apresenta hoje, Dia Mundial do Cancro, o audiolivro infantil “Os superpoderes da Júlia”

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) escolheu o Dia Mundial do Cancro, que se assinala hoje, para apresentar oficialmente o audiolivro infantil “Os superpoderes da Júlia”, que, como refere numa nota à imprensa, tem o objectivo de explicar às crianças o que é o cancro, qual o seu impacto no dia a dia da família e como podem os mais pequenos ajudar a fazer a diferença. A sessão de apresentação está agendada para as 18 horas na página de Facebook da LPCC e contará com as intervenções da Médica Pediatra Cândida Cancelinha, da Psicóloga Sónia Silva e a moderação da jornalista Cláudia Pinto.

O audiolivro está disponível no site da LPCC: https://www.ligacontracancro.pt/ospoderesdajulia/. Aqui é partilhada a história de uma menina alegre, corajosa e cheia de vida e de um pai lutador que enfrentam o cancro com amor. A personagem Júlia vai descobrir que o pai tem uma doença chamada cancro – vai ficar mais cansado, terá de ir ao hospital fazer tratamentos e o seu cabelo vai acabar por cair. Com a ajuda da mãe, a Júlia vai também aprender que a doença não é contagiosa, que pode continuar a brincar e ajudar o pai a sentir-se melhor com os seus superpoderes.


A LPCC recorda que em Portugal, surgem cerca de 60 000 novos casos de cancro todos os anos, afectando milhares de famílias portuguesas. É uma doença que gera fragilidade emocional ao doente e ao seu núcleo familiar, provocando diferentes reacções ao longo do processo de tratamento, que podem ser agudizadas com a dificuldade em lidar com as mudanças físicas (temporárias ou permanentes) resultantes do tratamento e as limitações sentidas em pequenas tarefas do dia a dia.

O aumento da incidência de cancro e da taxa de sobrevivência, faz com que, não raras vezes, os doentes oncológicos tenham no seu núcleo familiar crianças pequenas, em idade pré-escolar ou nos primeiros anos de escola. Esta situação acarreta preocupações e cuidados acrescidos, difíceis de conciliar com as exigências de um tratamento muitas vezes longo, agressivo e com sequelas físicas e emocionais visíveis.

«Os recursos e a informação disponível para ajudar os adultos (pais, avós…) a explicar o cancro às crianças são escassos, o que justifica a pertinência de criar uma ferramenta adaptada a crianças com mais de 3 anos, acessível, apelativa e facilitadora da comunicação entre o adulto e a criança», refere ainda a LPCC.

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