Luís Couto diz que o PSD lançou uma candidatura em 2017 «com uma expectativa tão alta e depois no final não se vê quase nada»

O candidato do PS à Câmara da Guarda, o independente Luís Couto, considera que «nestes oito anos, nomeadamente os últimos dois anos e meio, tem havido uma falta de política sem obra para a Guarda e que o orçamento é gasto em rotundas sem utilidade, como é por exemplo a rotunda do comboio, que tem, como única utilidade tapar a vista daquele parque majestoso do Polis».

Na primeira grande entrevista ao Jornal Terras da Beira (que é publicada na edição desta semana), o cabeça-de-lista do PS enumera os vários compromissos assumidos pela candidatura do PSD em 2017 e que ainda estão por concretizar. E dá como exemplos «o Centro Tecnológico Automóvel, o Programa de Apoio ao Investimento e Promoção de Emprego, o Centro de Exposições Transfronteiriço, a Variante da ligação da Rotunda dos 5 efes, o sistema de apoio financeiro na recuperação de edifícios privados e a requalificação da “Praça Velha”, o programa municipal de apoio às IPSS, despoluição dos rios Diz e Noéme e o Quarteirão das Artes». Refere que a obra dos “Passadiços do Mondego” é «a única que começou mas ainda não está acabada». «Portanto, lançaram uma candidatura com uma expectativa tão alta e depois no final não se vê quase nada. Esta dimensão negativa levou também a que eu aceitasse o desafio de me candidatar porque acredito que aquilo que eu prometer fazer será feito», afirmou Luís Couto.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

O website do Terras da Beira utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies Mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close