Luís Soares, Ângela Guerra e Gustavo Duarte são alguns dos nomes da lista do PSD da Guarda enviada para Lisboa

Ângela Guerra (ex-deputada parlamentar), Luís Soares (líder distrital da JSD), Gustavo Duarte (ex-autarca de Vila Nova de Foz Côa) e António Robalo (ex-autarca do Sabugal) foram alguns do nomes apontados pelas diversas concelhias do PSD para a lista de candidatos deputado pelo círculo eleitoral da Guarda às próximas legislativas de 30 de Janeiro. João Prata (presidente da Junta de Freguesia da Guarda) foi o nome indicado pela distrital, em nome da Concelhia da Guarda, uma vez que ainda não foi eleita nova estrutura.

O assunto foi discutido na última reunião da Assembleia Distrital, ocorrida na passada Segunda-feira. Fonte social-democrata adiantou ao TB que Carlos Peixoto (actual deputado parlamentar) terá sido o nome defendido pela distrital para encabeçar a lista. Dos nomes apontados pelas várias concelhias para constarem da lista, Luís Soares foi o que obteve mais apoio (proveniente das concelhias de Almeida, Manteigas, JSD Distrital e também da JSD nacional), seguindo-se Ângela Guerra e Gustavo Duarte.

O TB tentou contactar o líder distrital, Carlos Condesso, para obter mais informações mas até ao momento não foi possível.

Como o TB noticia na edição desta semana, o dirigente máximo do PSD no distrital disse a este semanário que a reunião da passada Segunda-feira decorreu de forma «tranquila e pacífica». Na ocasião, Carlos Condesso escusou-se a adiantar nomes antecipadamente, reiterando a ideia de que o distrito tem um vasto conjunto de «quadros qualificados que podem vir a representar o distrito». Segundo o calendário aprovado pelo partido, as distritais tinham até à passada Terça-feira para indicarem as suas escolhas de candidatos.

De acordo com os estatutos do PSD, compete às comissões políticas distritais «propor à Comissão Política Nacional candidaturas à Assembleia da República, ouvidas as Assembleias Distritais e as Secções». À CPN, compete «aprovar os critérios para a elaboração das listas de deputados à Assembleia da República, nos termos do regulamento», e ao Conselho Nacional aprovar as listas.

Além de um cronograma, a CPN aprovou também em meados de Novembro esses critérios, em que atribui ao «presidente eleito» a responsabilidade de indicar os cabeças de lista em cada círculo eleitoral. Rui Rio já afirmou que na constituição das listas vai valorizar «a competência e a lealdade», mas rejeitando «uma limpeza étnica» dos apoiantes de Paulo Rangel.

Até à próxima Segunda-feira decorre um período de negociações com a Comissão Política Nacional. As listas vão ser votadas, Terça-feira, no Conselho Nacional do PSD, que vai decorrer em Évora, estando prevista uma segunda data para dia 10, caso “chumbem” na primeira tentativa. Rui Rio, que foi reeleito no sábado presidente do PSD, terá como primeiras tarefas do novo mandato conduzir o processo das listas de deputados, avaliando uma eventual coligação com o CDS-PP, e preparar o programa às legislativas.

O prazo limite para a entrega da lista de deputados para as legislativas termina em 20 de Dezembro, um dia depois de terminar o Congresso do partido, que decorrerá entre 17 e 19 de Dezembro, na FIL, em Lisboa. Entre as decisões sobre a lista, estará a de saber se o PSD vai a votos sozinho ou com o CDS-PP: apesar de numa reunião da Comissão Política Nacional a maioria dos seus membros ter manifestado preferência pela primeira opção, o tema não chegou a ir a votos, e, esta semana à Renascença, Rio prometeu levar novamente à direcção a proposta de um acordo pré-eleitoral com os democratas-cristãos.

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