Luís Tadeu continua na presidência da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela

Luís Tadeu, presidente da Câmara de Gouveia, continuará a presidir à Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, cargo que desempenha desde Janeiro de 2020, tendo na altura sucedido a Carlos Filipe Camelo, presidente do Município de Seia. Esmeraldo Carvalhinho (PS), que na altura presidia à Câmara de Manteigas, e António Machado (PSD), homólogo em Almeida, eram os vice-presidentes. Agora, esses cargos vão ser desempenhados por Flávio Massano, novo autarca de Manteigas, e Manuel Fonseca (PS), autarca de Fornos de Algodres. A escolha dos elementos deste órgão da CIM foi feita esta manhã por unanimidade. O mandato será por quatro anos. Antonio Ruas e António Miraldes mantêm-se como primeiro e segundo secretários executivos, respectivamente.

No final da reunião, o autarca reeleito, Luís Tadeu, disse aos jornalistas que foi reconduzido por unanimidade, «com todo o gosto e honra». Em relação às prioridades para os próximos quatro anos, referiu que «são aquelas que já tinham sido definidas» no mandato anterior, que estão relacionadas com «preocupações» e com aquilo que a CIM-BSE pretende concretizar através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do quadro comunitário 2020-2030.

No âmbito do PRR, o autarca destaca a concretização de um programa que tem como eixo transversal a conectividade no território, «não apenas nas áreas urbanas dos concelhos, mas nos territórios no seu todo«.

Referiu, ainda, que nos próximos quatro anos, a CIM-BSE dedicará especial atenção à mobilidade no território. «A prestação do serviço de transportes tem de ser alterado. Tem de passar a ter em conta, também, as novas energias alternativas, (…) temos de avançar muito, também, na questão do transporte flexível e do transporte a pedido», disse.

Segundo Luís Tadeu, será necessário tomar medidas para reduzir custos, alegando que «andar com autocarros já com uma certa idade, de grande dimensão, para transportar, às vezes, um pequeno número de pessoas, não é viável». «Portanto, teremos que encontrar formas de prestar um melhor serviço, ainda, do que é prestado hoje, mas a custos muito menores», apontou

Ainda na questão dos transportes de passageiros, referiu que, neste momento, «estão abertos todos os cenários possíveis» e as medidas a tomar estão dependentes dos estudos, da viabilidade económica e financeira e do financiamento, entre outros factores.

No plano cultural, segundo Luís Tadeu, a CIM-BSE vai continuar envolvida na realização de redes de programação cultural e «a lutar e a pugnar» pela candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027.

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