Mais de 1820 eleitores começam hoje a votar no distrito da Guarda

Os portugueses começaram a votar hoje, uma semana antes das presidenciais de 24 de Janeiro, no chamado voto antecipado em mobilidade para o qual se inscreveram 246.880 eleitores, um número recorde. No total do distrito da Guarda há 1824 inscritos. No concelho da Guarda há 751 eleitores, 470 dos quais são do concelho. Em Seia há 246 (312 do concelho), Sabugal com 116 (28 do concelho), Gouveia tem 108 (44 do concelho), Almeida 91 (25 do concelho), Trancoso 90 (45 do concelho), Celorico da Beira 77 (42 do concelho), Pinhel 72 (46 do concelho), Meda 67 (39 do concelho), Vila Nova de Foz Côa 64 (38 do concelho), Manteigas 45 (18 do concelho), Figueira de Castelo Rodrigo 36 (13 do concelho), Fornos de Algodres 35 (17 do concelho) e Aguiar da Beira 26 (12 do concelho).

Lisboa é o concelho com mais inscritos, 33.364, seguido do Porto, com 13.280, e Coimbra, com 9.201, de acordo com o mapa publicado pelo Ministério da Administração Interna, em que se informa quais os locais de voto em cada um dos concelhos.

Comparando com as legislativas de 2019, o número de pessoas que se inscreveram para votar uma semana antes mais do que quadruplicou – há dois anos foram 56.287, para estas presidenciais foram 246.880.

Depois da experiência de 2019, o voto antecipado em mobilidade alargou-se, das capitais do distrito para as sedes dos concelhos, e o objectivo é simples: evitar grandes concentrações de pessoas devido à epidemia de covid-19 no país. Na prática, a votação é distribuída, por dois dias, embora a esmagadora maioria vá votar no próximo Domingo.

Para poderem votar antecipadamente nas presidenciais em 24 de Janeiro era necessária uma inscrição, por carta ou n cujo prazo terminou na Quinta-feira. Segundo as regras definidas pela Direcção-Geral da Saúde para as eleições, para ir votar, seja hoje ou no próximo Domingo, os eleitores terão de usar máscara e, preferencialmente, levar uma caneta, por uma questão sanitária e de higiene. É preciso desinfectar as mãos antes de votar e depois de votar. E os membros das mesas têm que usar máscara e/ou viseira ou óculos de protecção. É aconselhado que, enquanto se espera para votar, os eleitores respeitem a distância de segurança.

O voto antecipado em mobilidade foi alargado por uma lei aprovada no parlamento e pode ser feito na sede de cada um dos 308 concelhos do país, em vez da sede do distrito, como aconteceu nas europeias e legislativas de 2019.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de Janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral termina em 22 de Janeiro. Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

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