Marcelo Rebelo de Sousa considera cultura e turismo cultural essenciais para futuro do Interior

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou Sábado a cultura e o turismo cultural como sendo «essenciais» para o futuro do Interior do país. «Quando, por vezes, se fala, no quadro da oposição, entre o Litoral e o Interior (…) eu imediatamente respondo que há um futuro promissor nesse chamado interior e que a cultura e o turismo cultural são essenciais para esse futuro», disse Marcelo Rebelo de Sousa, em Almeida.
E acrescentou: «Num diálogo entre especialistas de um lado e de outro da fronteira, entre uni-versidades, entre instituições culturais, no desenvol-vimento de polos que atraiam, cada vez mais especialistas, ou leigos, para conhecerem aquilo que desconhecem, é um grande desafio». Marcelo Rebelo de Sousa disse que esse «é um grande desafio de futuro» e, por isso, não se deslocou «ocasionalmente» a Almeida.
O chefe de Estado falava na sessão de encerramento do Seminário Internacional sobre Arquitectura Militar “Fortalezas Modernas e Identidades Nacionais”, organizado pela Câmara Municipal de Almeida no âmbito das comemorações do cerco da vila ocorrido em 1810, durante a terceira Invasão Francesa.
As actividades que evocam as Invasões Francesas estão integradas na estratégia municipal de candidatura da vila de Almeida a património mundial no âmbito da inscrição das “Fortalezas Abaluartadas da Raia”.
Na sua intervenção, o Presidente da República disse também que a cultura «é a chave do progresso das sociedades». «Avançam mais aquelas que nos indicadores de desenvolvimento humano têm patamares culturais mais elevados. Ficam para trás aquelas que não acompanham esses patamares», disse.
Depois de o presidente da autarquia de Almeida, António Batista Ribeiro, ter pedido o envolvimento de Marcelo na candidatura da vila a património da humanidade, o chefe de Estado disse que irá dar o seu apoio e desejou que ela tenha sucesso ainda durante o seu mandato. Sublinhou ainda a importância das fortalezas da raia, considerando que “foram e são, um símbolo de identidade nacional». «As fortalezas da raia são importantes hoje como instrumento de paz, de progresso, de desenvolvimento económico, social e cultural, desde logo, com o país vizinho», declarou.

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