Mário Sucena na lista da direcção para a Federação Portuguesa de Voleibol

Mário Sucena, que até aqui presidia a Associação de Voleibol da Guarda, deverá ser eleito Sábado como membro da lista de Álvaro Lopes, que é o único candidato à Federação Portuguesa de Voleibol. Com este novo cargo, Mário Sucena deixa de ser o presidente da Associação da Guarda que deverá conhecer, em breve, um período de eleições. Na entrevista que deu a este semanário, o dirigente mostra-se agradado com o novo desafio e faz um balanço positivo dos 9 anos em que liderou a Associação de Voleibol da Guarda.
Mário Sucena faz parte da única lista a sufrágio para a Federação Portuguesa de Voleibol liderada por Álvaro Agostinho Lopes. As eleições estão marcadas para Sábado, no Porto, e o guardense surge na lista como membro da direcção. Com este novo cargo, Mário Sucena deixa de desempenhar funções como presidente da Associação de Voleibol da Guarda, que presidia há 9 anos.
Numa entrevista a este semanário, o dirigente da Guarda referiu que o convite poderá ter surgido pelo reconhecimento da actividade a nível federativo. «Se tivesse desempenhado um mau trabalho não teria sido convidado. Por isso, o convite pode estar relacionado com o desenvolvimento lento mas seguro do Voleibol na Guarda. A actividade tem sido constante, há pessoas atentas e reconheceram que tem havido um esforço», realçou.
Com estas novas funções, Mário Sucena deixa de liderar a Associação de Voleibol da Guarda, onde já estava há 9 anos, até porque os cargos são incompatíveis. A continuidade fica assegurada mas em breve deverá haver eleições a nível distrital.
Mário Sucena faz um balanço positivo do trabalho desenvolvido a nível distrital e sublinhou que «a actividade da Associação melhorou significativamente com a entrada de um técnico a tempo inteiro». Apesar de não haver equipas federadas no distrito da Guarda e Castelo Branco (os dois distritos da área de abrangência da Associação de Voleibol da Guarda), o dirigente considera que houve dinâmica ao nível do Gira-Volei, Gira +, nos circuitos de Voleibol de Praia e nos torneios que se realizaram em várias alturas do ano.
Mário Sucena reconhece que a falta de um campeonato federado é «uma pecha» no trabalho que desenvolveu na Associação mas justifica que «os clubes não tem possibilidades económicas para terem uma equipa de Voleibol porque implica uma série de custos, como viagens e portagens. Podia ter sido feito um campeonato regional. Bastava que houvesse 4 ou 5 equipas».
O dirigente desportivo acrescentou que pode surgir uma equipa da UBI (Universidade da Beira Interior), em Castelo Branco também houve, em tempos, essa intenção mas as dificuldades dos clubes do distrito de Castelo Branco são transversais às do distrito da Guarda.
Quanto às novas funções na Federação Portuguesa de Voleibol, Mário Sucena garante que «o grande objectivo é tentar trazer para a Guarda o mais possível em termos de Voleibol. A Guarda deve estar representada ao mais alto nível em vários sectores e o objectivo é pugnar para que a Guarda na sua área da abrangência que inclui também o distrito de Castelo Branco, possa crescer através da modalidade. E um dos objectivos pode passar por cativar o máximo de realizações de eventos, em colaboração com as autarquias».

Álvaro Lopes é candidato único
Álvaro Lopes é o único candidato às eleições para a Federação Portuguesa de Voleibol, que se realizam no Sábado, no Porto. Um dos objectivos e que consta do programa eleitoral é retomar a Gala do Voleibol, desenvolver e reforçar a área do Desporto Adaptado através do Para-Volei, In Volei e Voleibol Sentado, apoiar projectos de raiz junto das associações regionais, implementar um modelo de “governance” assente na proximidade, para que a tomada de decisão dentro da Federação possa reflectir a realidade e estar à altura das expectativas de todos os parceiros e implementar um Plano Estratégico de Desenvolvimento (Visão 2020) por forma a aumentar a “sponsorização” e diminuir a dependência do Estado.
Álvaro Lopes pretende ainda melhorar os resultados das várias selecções e trabalhar para a afirmação do Voleibol feminino.

 

Faustino Caldeira
fcaldeira@gmpress.pt

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