Miguel Alves recandidata-se à Associação Comercial da Guarda

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Miguel Alves vai recandidatar-se à Associação Comercial da Guarda. A continuidade ficou decidida Terça-feira da semana passada numa reunião que serviu para discutir, entre outros assuntos, as eleições, a ter lugar, ao que tudo indica, daqui a pouco mais de um mês. «Nós apontamos para a primeira semana de Junho», adianta o candidato, ressalvando no entanto que estatutariamente a convocação das eleições é da responsabilidade do presidente da Mesa da Assembleia.
O candidato confirma que a direcção reuniu para «fazer o balanço daquilo que foram três anos de mandato, aquilo que porventura poderia ser um projecto de continuidade e como é que poderemos finalizar aquilo que foram a assumpção dos objectivos do mandato que ainda está em curso». E garante ter sido «unânime a decisão de uma recandidatura sobre a minha presidência que irá acontecer nas próximas eleições. Isso já é um facto».
Questionado se os restantes elementos vão fazer parte da sua equipa, Miguel Alves responde que «efectivamente é com a certeza que a actual direcção se vai recandidatar sobre a minha liderança», mas admite que «ainda é preciso terminar de consolidar os órgãos sociais». «Nós iremos oportunamente apresentar aquilo que vai ser o nosso projecto para o próximo triénio para a Associação Comercial», diz ainda a propósito, adiantando que tal pode acontecer «nos próximos 15 dias».
Sobre se tem informações da existência de outros candidatos, Miguel Alves diz que pelo conhecimento que tem «neste momento não se preconiza que exista outra lista». «Não é um facto conhecido e desconheço», ressalva.
Mas «a verdade é que tanto eu como a direcção actual achamos que é construtivo para a Associação debater projectos e as mais-valias que os mesmos poderão ter para os associados da Associação Comercial». «Nós não somos donos da sabedoria, é um projecto que teríamos que debatê-lo em público e teríamos que convencer os nossos associados que seria o melhor projecto e porventura seria a associação que ganharia se este debate acontecesse», considera o candidato, que recorda a falta de interessados nas últimas eleições. «Há três anos houve uma primeira marcação de eleições a qual ficou sem candidatos. Estatutariamente, e ao abrigo daquilo que é a responsabilidade da direcção, no prazo de 10 dias que se sucedeu à primeira convocatória para as eleições avançou-se com a lista no seio da direcção que estava em curso na qual saiu a minha candidatura», recorda.
«A título pessoal eu gostaria claramente que houvesse outra lista», reafirma o que disse no último acto eleitoral. «Mantenho esse pensamento», conclui.
GM

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