Miguel Teixeira nomeado 2º comandante distrital da Protecção Civil

Miguel Teixeira, segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Pinhel, foi nomeado pela Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC) segundo comandante operacional distrital da Guarda, cargo que era exercido por José Oliveira. António Fonseca já tinha sido reconduzido como comandante distrital, tendo ficado adiada a escolha do 2º comandante. A não recondução de José Oliveira chegou a gerar alguma polémica entre os corpos de bombeiros por poder haver motivações políticas nas alterações na estrutura e de haver suspeitas de ser escolhido alguém do distrito de Castelo Branco. Em cima da mesa estiveram cinco propostas, tendo a escolha recaído no nome de Miguel Teixeira.
Em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia comemorativa do 80º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Celorico da Beira, que no passado Domingo o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, afastou a existência de qualquer interferência parti-dária, recordando que a escolha dos elementos das estruturas distritais da Protecção Civil é da responsabilidade do comandante Nacional Operacional, Rui Esteves, recém empossado no cargo, em substituição de José Moura. «Está escolhido o segundo comandante e, portanto, está resolvido o problema do comando operacional da Guarda. É isso que é importante», salientou. E esclareceu que, «se fosse por influência política provavel-mente poderia ser outra pessoa», uma vez que a escolha poderia já «não ser pela sua capacidade mas pelo interesse político-partidário». «Como não é este o caso, foi escolhido um operacional que, tanto quanto sei, é um homem com provas dadas, que vai corresponder às necessidades que a Protecção Civil da Guarda tem», frisou.
O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda, Paulo Amaral, diz que «imperou o bom senso».«A partir do momento que é escolhido alguém do distrito [da Guarda], que tem o perfil necessário e também tem aquilo que é exigido , nada a opor e desejar as maiores felicidades ao 2º CODIS [comandante distrital]», acrescentou.
Quanto à moção,assinada pelos comandantes das diversas corporações, de apoio ao 1º e 2º CODIS, o dirigente distrital considera que «a situação foi mais empolada pelo ruído e pelo rumor do que propriamente aquilo que estava em cima da mesa porque no quadro de 23 corporações que tem o distrito permite encontrar cinco ou seuis currículos que estejam de acordo com as pretensões da lei em vigor».

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

O website do Terras da Beira utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies Mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close