Monteirinho é o único candidato à liderança da Concelhia do PS/Guarda

Unir o partido e reconquistar para o PS a presidência da Câmara da Guarda são os objectivos principais de António Monteirinho, o único candidato à concelhia socialista. A candidatura, que tem por lema “aGUARDA por TODOS”, foi apresentada publicamente na sede do partido, na semana passada, perante dezenas de militantes, entre os quais, os ex-autarcas Abílio Curto e Maria do Carmo Borges. Daniel Osório, Nuno Lajinhas, Nuno Ferreira, Miguel Borges, Marisa Santos, Fábio Pinto, Manuela Fernandes, Paulo Alves e Gonçalo Amaral, são alguns dos elementos do núcleo duro da candidatura. O prazo para a entrega de listas terminou ontem (Quinta-feira) e confirma-se que António Monteirinho é o único candidato conhecido às eleições para a Concelhia, agendadas para 31 de Janeiro.
Daniel Vendeiro, ex-presidente da Junta de Freguesia de Fernão Joanes e mandatário da candidatura, pediu a Monteirinho que seja «humilde» e que tente «unir e acarinhar» todos os presidentes de junta de freguesia. «Está na altura de todos juntos voltarmos a ser aquilo que eramos»; salientou o ex-autarca.
António Monteirinho, que é actualmente deputado na Assembleia Municipal da Guarda, prometeu, desde já, «trabalho, ambição e esperança». A ser eleito, quer dar esperança «para o PS alcançar a credibilidade necessária para ser uma alternativa ao actual executivo» municipal. «Ainda temos de trabalhar muito, com ambição e com esperança, para nos constituirmos como alternativa credível de confiança», alertou.
Para Monteirinho é chegada a oportunidade de o PS poder reconquistar a presidente da Câmara da Guarda, tanto mais que «o actual executivo e o PSD apresentam divergências significativas» e «o projecto outrora grandioso está agora em avançado estado de degradação».«São públicos os desentendimentos entre o presidente, o vice-presidente e a presidente da Assembleia Municipal», salientou.
Esmeraldo Carvalhinho, militante da concelhia da Guarda e actual presidente da Câmara de Manteigas, é um dos apoiantes da candidatura de Monteirinho, que considera ser um «militante com garra» e «capaz de constituir na concelhia um pólo de discussão e de construção de um projecto credível para governar o Município da Guarda». Na sua opinião, o facto de apenas surgir uma candidatura única isso não significa «falta de interesse dos militantes ou falta de participação» mas sim a existência de «uma coesão à volta dessa candidatura».

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