Município da Guarda cria Gabinete de Crise Para Apoio aos Refugiados Ucranianos

A Câmara Municipal da Guarda criou um «Gabinete de Crise, colaborando numa estratégia humanitária e de acolhimento dos refugiados ucranianos, que queiram vir para Portugal, em articulação» com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

«Neste momento, disponibilizámos no imediato, a capacidade para acolher 125 pessoas, com a colaboração da Movijovem através da Pousada da Juventude e da Diocese da Guarda, que prontamente nos indicou o Centro Apostólico, o Seminário da Guarda e outros espaços, para alojar, desde já, os refugiados ucranianos que manifestem a sua vontade de vir para o Concelho da Guarda», refere, em comunicado, a autarquia. Na nota informativa, é adiantado que, «no espaço de uma semana», a «capacidade de alojamento pode chegar às 250 pessoas» e que ainda que «esta semana chegará o primeiro grupo de refugiados à Guarda»..

«Estamos em estreita articulação com o NERGA, que se disponibilizou para, junto das suas empresas associadas, indagar a possibilidade de acolher estes refugiados com uma oferta de emprego no imediato, ao chegar à Guarda», pode ainda ler-se no comunicado, onde é também referido que «o IPG [Instituto Politécnico da Guarda] também se solidarizou com esta iniciativa, prontificando-se para receber estudantes universitários ucranianos que aqui queiram continuar os seus estudos» e, na área da Saúde, «a ULS está com as suas portas abertas para prestar os cuidados de saúde necessários aos refugiados».

O Município informa ainda que «o Gabinete de Crise Para Apoio aos Refugiados Ucranianos em conjunto com a Cáritas Diocesana da Guarda irá organizar e canalizar toda a ajuda aos refugiados». «Estamos em estreita colaboração com a Comunidade Ucraniana na Guarda, para bem receber os refugiados e para agilizar a entrega na Ucrânia, dos bens que nos forem solicitados pelas organizações humanitárias, presentes no terreno, mais especificamente, roupa quente e bens alimentares de primeira necessidade, para ajudar a mitigar e ultrapassar o duro Inverno e a guerra, que esse povo martirizado sofre neste momento», refere a autarquia.

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