Nem todas as funcionárias da “Iuris” assinaram a carta de despedimento

O coordenador da União de Sindicatos da Guarda (USG), José Pedro Branquinho, informou Sexta-feira que as 26 trabalhadoras da empresa têxtil “Iuris”, que existe na Guarda há 23 anos, «aceitaram ontem [dia 30 de Abril] o despedimento colectivo», mas algumas funcionárias, que contactaram o TB, esclarecem que nem todas assinaram o documento da entidade patronal e nem concordaram com o valor da indemnização. Uma das funcionárias adiantou ao TB que na passada Quinta-feira, aquando do pagamento do vencimento do mês de Abril, a administração da empresa admitiu que «o papel não era válido». Atendendo a este impasse, algumas das funcionárias vão apresentar-se Segunda-feira ao serviço.
Relativamente à notícia divulgada pelo sindicalista, ao que o TB sabe, terá sido uma das funcionárias que disse na Quarta-feira ao coordenador do Sindicato Têxtil da Beira Alta, Carlos João, que as 26 trabalhadoras tinham aceite o despedimento, sem que depois tenha corrigido essa informação, uma vez que a situação se tinha alterado no dia seguinte.
O Jornal Terras da Beira tentou obter mais informações sobre a situação da empresa, mas até ao momento não foi possível falar com ninguém da administração.

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