Nova tentativa de venda da sede da Associação Comercial da Guarda

A sede da Associação Comercial da Guarda (ACG) e restante património está novamente à venda, gorada que esteve a primeira tentativa. O valor global do património mantém-se nos 419.214,61 euros, incluindo o edifício (que já serviu de Escola Industrial e Comercial), bem como o mobiliário de escritório, material informático, viatura comercial e diversas publicações e outras obras que se encontram na biblioteca. No anúncio da venda, que foi publicado nos jornais, informa que, numa primeira fase, será dada preferência à venda do conjunto do património, terminando o prazo no dia 15 de Dezembro às 12 horas. Se não houver interessados, poderão, a partir dessa hora, ser feitas propostas para os bens em separado (imóvel, bens móveis, material circulante e verba histórica)». O preço mínimo do imóvel é de 412.799,61 euros, havendo a possibilidade de o Município da Guarda avançar com uma proposta.

Na entrevista ao TB, que publicamos nesta edição, o presidente da autarquia, Carlos Chaves Monteiro, afirmou que aguardava que houvesse um novo leilão para depois o Município poder avançar com uma proposta.

A venda da sede da ACG, a regularização da totalidade da dívida através de um plano de 150 prestações mensais e o «perdão de 100% de capital e juros vencidos» dos créditos reclamados por Miguel Alves, presidente demissionário da associação, e por Vítor Nunes, eram as principais medidas que constavam do plano de recuperação, como o TB noticiou em Dezembro do ano passado. Só que, este plano viria a ser chumbado pela assembleia de credores, tendo o Tribunal da Guarda declarado, em Fevereiro deste ano, a insolvência da ACG.

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