Orelha Negra, Paus e Salto no festival Mêda +

relha Negra, Paus e Salto são os cabeças-de-cartaz da sétima edição do Mêda +, que decorre naquela cidade entre hoje e Sábado, anunciou a organização.
O festival, que tem entrada livre, inclui espectáculos, a partir das 23h00, com Flying Cages, Oioai, Paus, DJ A Boy Named Sue, Granada, The Lemon Lovers, Salto, Salto DJ set, Her Name Was Fire, Bed Legs, Orelha Negra e Mauro Barros.
O festival é organizado desde 2010 pela Associação Juvenil Mêda +, no recinto da Santa Cruz, e assume-se como «o mais importante evento cultural da região».
A organização refere, em nota enviada à agência Lusa, que a programação da edição deste ano inclui «o melhor e mais recente da música portuguesa».
À semelhança de anos anteriores, o Parque de Campismo mantém a entrada gratuita e a utilização das piscinas municipais tem o custo de três euros para os três dias do festival.
Os promotores adiantam que este ano será feita uma pequena intervenção para ampliar a capacidade do Parque de Campismo e haverá um maior espaço de restauração no recinto do evento.
Nas tardes dos três dias do festival, a organização vai ter a funcionar o Palco CTT, no Parque Municipal da cidade, com actuações de Tio Rex, The Tumble Reeds, S. Pedro, Birds Are Indie, Duquesa e Luís Severo.
O Palco CTT é um espaço pensado para toda a família e pretende «continuar a ligar o festival à comunidade».
Para o mesmo palco, no dia 27, está agendada a recepção ao campista com um espectáculo da Orquestra Sinfónica dos centros de formação musical de Mêda, Trancoso, Aguiar da Beira e Moimenta da Beira, que vai reinterpretar alguns dos melhores álbuns da história do rock.
Pedro Rebelo Pereira, vice-presidente da Associação Juvenil Mêda +, disse à Lusa que o número de participantes no festival «tem-se situado mais ou menos nos 6.000», assistindo-se a «ligeiros aumentos de ano para ano».
«Recebemos muitos grupos de Lisboa, Coimbra, Porto, Guarda e Aveiro. Sentimos que tem havido uma grande fidelização», referiu o responsável, lembrando que a entrada livre «é já uma marca» do Mêda +.
Pedro Rebelo Pereira disse ainda que o festival ocorre num concelho do Interior do país e desde a primeira edição tem «não só tem dinamizado o tecido económico do concelho como tem feito um trabalho sustentado de emancipação» da região.
«Hoje em dia, a Mêda é olhada, em todo o país, com uma certa admiração, contrariando a impressão condescendente que normalmente se tem sobre o Interior», justificou.
O evento, com um orçamento que ronda os 50 mil euros, tem o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Mêda.

Infra-estruturas são «factores aliciantes»
O Mêda + teve a sua primeira edição em 2010, por vontade de um grupo de jovens do concelho, que se organizaram um ano antes numa associação juvenil. «Os principais propósitos – ainda hoje urgentes – passavam por acrescentar valor e diversidade à dinâmica cultural da Mêda e projectar o nome do concelho, com um festival de música que se pautaria por dois critérios essenciais: apoiar novas bandas portuguesas e abranger vários estilos musicais, numa experiência única para muitos dos jovens que habitam no concelho e na região», explica a organização na webpage oficial do festival.
«As infra–estruturas disponíveis colocaram-se desde logo como factores aliciantes», afirma, concretizando que a cidade dispõe de um parque de campismo e um complexo de piscinas municipais «com condições de excelência, para além de um skatepark, que seria mais um motivo de atração».
«Sem desvarios orçamentais, mantendo uma postura de responsabilidade perante os dinheiros públicos investidos nesta iniciativa cultural», garantem os promotores, «conseguimos elevar consistentemente a dimensão do Mêda + ao longo de seis edições». «A marca Mêda + estabeleceuse definitivamente, associada a uma imagem de irreverência juvenil e ecletismo musical. O festival passou a ser um marco incontornável na agenda do Verão e dos festivais de Verão», concluem.

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