Parque Industrial da Guarda vai beneficiar de verbas ao abrigo do Programa de Recuperação e resiliência

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As zonas industriais e áreas empresariais de 10 municípios do país, entre os quais o da Guarda, vão beneficiar de um investimento de 110 milhões de euros, montante aprovado ao abrigo de candidaturas ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), foi hoje anunciado.

Em comunicado, o Ministério da Coesão Territorial adianta que as 10 candidaturas selecionadas no âmbito do aviso dirigido a áreas de acolhimento empresarial de nova geração se referem aos municípios de Guarda, Chaves, Melgaço, Vila Real, Águeda, Oliveira do Hospital, Rio Maior, Campo Maior, Beja e Lagos.

Com este investimento, aqueles municípios «vão modernizar zonas industriais e áreas empresariais já existentes nos seus territórios, para as preparar para as transições verde e digital e garantir uma melhoria da competitividade das empresas aí instaladas», lê-se na nota.

«Com esta decisão, mais de 73 milhões (66%) são dirigidos a territórios do Interior e praticamente 37 milhões são destinados ao Litoral», precisa a nota, especificando que as maiores fatias dos apoios máximos a conceder se destinam ao Centro (32,1 milhões de euros) e ao Norte (30,9 milhões).

Seguem-se as regiões do Alentejo, que pode beneficiar de um apoio máximo de 30,1 milhões de euros, de Lisboa e Vale do Tejo, com 12,8 milhões de euros e, por fim, do Algarve, com 4,1 milhões de euros, acrescenta o Ministério da Coesão Territorial.

«Estes fundos podem apoiar investimentos na auto produção e armazenamento de energia renovável, ilhas de qualidade energética A+, soluções de carregamento de viaturas eléctricas e abastecimento a hidrogénio, cobertura de Banda Larga Rápida (5G) em áreas do Interior com comprovada falha de mercado ou soluções de resiliência activa a incêndios, consoante as características das AAE [Áreas de Acolhimento Empresarial]», acrescenta.

As 10 candidaturas, seleccionadas pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, foram avaliadas, entre outros aspectos, tendo em conta «o número de empresas instaladas e o número de postos de trabalho» em cada área.

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