“PEDRO”, a nova peça do Teatro Calafrio, estreia hoje à noite no Teatro Municipal da Guarda

O Teatro do Calafrio estreia esta Quarta-feira, às 21h30, no Teatro Municipal da Guarda a sua nova peça “Pedro”, a partir da obra “D. Pedro I” de Manuel Poppe, numa encenação de Pedro Damião. Trata-se da décima produção desta associação cultural, com sede na Guarda, e a quarta com base em obras de autores portugueses. O espectáculo, que tem co-produção do TMG, fica em cena até Sábado no mesmo espaço, à mesma hora.
“PEDRO” tem música de César Prata, desenho de luz de José Neves e interpretação de Ana Couto, Carlos Morgado, Caroline Zeiler, Emanuel Santos, Francisco Pais, Pedro Damião, Rafael Ascensão e Solange Monteiro. Participam ainda elementos que frequentam a oficina de teatro “Degelo”, promovida pelo Calafrio.
«Este novo espectáculo assinala também a renovação do elenco do Calafrio, através da participação de quatro jovens actores profissionais da Guarda», nomeadamente «Emanuel Santos, Solange Monteiro, Rafael Ascensão e Caroline Zeiler», destaca a associação em nota à imprensa.
O espectáculo PEDRO inspira-se na figura de D. Pedro I, que o autor Manuel Poppe, que embora tenha nascido em Lisboa estudou no Liceu da Guarda, cidade onde viveu grande parte da infância, adolescência e juventude, considera fascinante: «A figura de Pedro I fascina-me. Porquê? Pelo seu excesso, pela sua capacidade de paixão, pela sua sede de justiça. Pela sua revolta, diante da hipocrisia e da injustiça da morte. Diante do absurdo da vida.», justifica o autor, citado pelo Calafrio.
Teatro do Calafrio já produziu as peças “Mas era proibido roer os ossos” (a partir de textos de Franz Kafka), Abril de 2014; “Empresta-me um revólver até amanhã” (a partir de “O canto do cisne” e “Trágico à força”, de Anton Tchekhov), Abril de 2015; “Bartleby” (a partir de “Bartleby, o Escrivão, uma História de Wall Street”, de Herman Melville), Dezembro de 2015; “Diário de um Louco” (a partir de “Diário de um louco”, de Nikolai Gógol), Abril de 2016; “O Ingénuo” (a partir de “O Ingénuo”, de Voltaire), Dezembro de 2016, “OssO” de Rui Zink, Maio de 2017; “O homem que não tinha inimigos e outras fábulas fantásticas” de Ambrose Bierce, Dezembro de 2017; “O cultivo de flores de plástico” de Afonso Cruz, Maio de 2018, e “O Torcicologologista, Excelência” de Gonçalo M. Tavares, em Dezembro de 2018. (Foto: DR)

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