PS/Guarda considera «vergonhoso» que presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal se envolvam em «guerrilhas partidárias de ambição política pessoal»»

A Concelhia do PS da Guarda reagiu esta tarde ao conflito que existe entre o presidente da Câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, e a presidente da Assembleia Municipal, Cidália Valbom, dizendo que «não pode deixar de repudiar, veementemente, os lamentáveis acontecimentos que transportaram para a praça pública conflitos político-partidários passíveis de ferir o prestígio e a honorabilidade, que devem estar subjacentes ao exercício dos cargos de Presidente da Câmara e de Presidente da Assembleia Municipal». Recorde-se que as divergências entre os dois eleitos nas listas do PSD surgiram por causa da não cedência do Teatro Municipal da Guarda para a realização de uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal, que estava agendada para ontem, Segunda-feira.

Em conferência de imprensa, o líder concelhio socialista, António Monteirinho, considerou mesmo que é «verdadeiramente vergonhoso que aqueles que têm o dever de liderar, com empenho e responsabilidade, este difícil combate, decidam entreter-se em guerrilhas partidárias de ambição política pessoal, ao invés de cuidarem de cumprir, com zelo e responsabilidade, as funções para as quais foram eleitos com os votos dos Guardenses».

«É que, Álvaro Amaro já tivemos um e, felizmente, foi-se embora. Era o que mais faltava, estarmos, agora, a sujeitar os Guardenses a este exercício confrangedor de um braço de ferro, para ver qual será a sua melhor imitação», afirmou o dirigente socialista, acrescentando que «quem não se sentir capaz de contribuir para a estabilidade de que a Guarda precisa, que saia!».

António Monteirinho entende que Carlos Chaves Monteiro e Cidália Valbom deveriam fazer «uma reflexão séria acerca das condições que têm para continuarem no exercício dos seus cargos» e garante que o PS «estará disponível para apresentar uma solução para a Assembleia Municipal, que seja capaz de garantir um funcionamento digno porque, desta forma, é a própria função fiscalizadora sobre o executivo que pode ficar, a partir deste momento, ferida de dúvida». O dirigente socialista diz mesmo que «se o presidente da Câmara tirar as ilacções de que não está em condições de garantir o normal funcionamento da autarquia o PS está disponível para enfrentar eleições antecipadas».

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