Renegociação da concessão dos CTT deve implicar a existência de uma estação por concelho

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, assegurou hoje, no parlamento, que a renegociação do contrato de concessão dos CTT tem que garantir a reposição de uma estação por cada concelho. «Os CTT são uma empresa privatizada. Foi uma privatização mal feita, que não acautelou o interesse nacional e isso não pode significar que o Estado não tenha uma relação firme com a empresa», notou Pedro Nuno Santos numa audição parlamentar na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas.
De acordo com o governante, a concessão dos correios tem assim que ser renegociada «até ao final do próximo ano», sendo um «ponto de honra» para o Governo que todos os municípios que perderam o posto dos CTT, passem novamente a tê-lo. «Nós não aceitaremos, não permitiremos, uma renegociação do contrato de concessão que não passe pela abertura de uma estação por cada um dos concelhos de território nacional», reiterou.
Os CTT estão totalmente privatizados desde Setembro de 2014, com concessão do serviço postal universal até Dezembro de 2020.
No distrito da Guarda encerraram as estações dos CTT em Aguiar da Beira, Fornos de Algodres e Manteigas, que vieram a ser substituídas por postos que funcionam em áreas comerciais. Os autarcas receavam que a “lista negra” viesse mesmo abranger mais concelhos do distrito, podendo apenas ficar de fora a Guarda, Sabugal e Seia.

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