Sabugal classifica três árvores com Interesse Municipal

Três árvores do Sabugal foram classificadas como sendo de Interesse Municipal, no âmbito do Regulamento de Classificação e Valorização do Arvoredo concelhio. O município do Sabugal explica em comunicado que os três exemplares foram classificados na sequência de propostas apresentadas pelas Juntas de Freguesia de Malcata, Sortelha e Vila Boa.
A proposta de reconhe-cimento de Interesse Muni-cipal do castanheiro de Malcata, do lódão de Sortelha e da amoreira de Vila Boa foi aprovada na última sessão da Assembleia Municipal do Sabugal.
Com esta medida, o Município do Sabugal, presidido por António Robalo, pretende preservar e divulgar o património natural concelhio na especificidade de arvoredo. «A classificação de arvoredo de Interesse Municipal é um instrumento essencial para o conhecimento, salvaguarda e conservação de elementos do património natural muni-cipal de excepcional valor», sublinha a autarquia.
Em Agosto de 2016 entrou em vigor no Município do Sabugal, um Regulamento de Clas-sificação e Valorização do Arvoredo de Interesse Municipal, que foi criado pela necessidade de a autarquia preservar e divulgar o património natural concelhio.
O documento é considerado pela autarquia como «um instrumento essencial para o conhecimento, salvaguarda e conservação de elementos do património municipal de excepcional valor». A publicação define que o regime de classificação de arvoredo de interesse municipal «é aplicável aos exemplares isolados de espécies vegetais que, pela sua representatividade, raridade, porte, idade, historial, significado cultural ou enquadramento paisa-gístico possam ser consi-derados de relevante interes-se para o Município do Sabugal, assim como pela necessidade da cuidadosa conservação de exemplares ou conjuntos de exemplares arbóreos ou vegetais de particular importância ou significado natural, histórico, cultural ou paisagístico». «Podem ainda, a título excecional, ser considerados e classificados os povo-amentos florestais, bosques ou bosquetes, arboretos, alamedas e jardins de interesse botânico, histórico, paisagístico ou artístico», lê-se no documento.
Os critérios gerais de classificação têm em conta a especial longevidade do arvoredo, aplicada a indi-víduos ancestrais, centenários ou milenares.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

O website do Terras da Beira utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies Mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close