Sabugal recebe I Fórum Terras do Lince

Uma ocasião de encontro e partilha com as comunidades locais é como a Territórios do Côa resume o Fórum Terras do Lince, a acontecer esta Quinta-feira, a partir das 15h00, no Auditório Municipal do Sabugal.
É o primeiro após o reconhecimento da Carta Europeia de Turismo Sustentável (CETS) “Terras do Lince” por parte da Federação Europarc, em Dezembro do ano passado no Parlamento Europeu, em Bruxelas. «Uma certificação de suma importância para a região que compreende a Reserva Natura da Serra da Malcata, numa estratégia integrada do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e dos municípios de Almeida, Sabugal e Penamacor, em estreita articulação com uma vasta parceria que integra agentes públicos e privados do território de influência», afirma a Territórios do Côa, entidade responsável pela gestão e coordenação do projecto.
Tratou-se da única Carta Europeia de Turismo Susten-tável portuguesa reconhecida por aquela entidade, represen-tada neste encontro pela directora executiva, Carol Ritchie, e o vice-presidente, Paulo Castro.
Presente estará também o responsável da Direcção de Apoio ao Investimento do Turismo de Portugal, Luís Coito, que apresentará «as linhas de apoio ao turismo, com detalhe do financiamento e tipologia de acções elegíveis, numa perspectiva de oportunidades de investimento no nosso território de elevado potencial».
Uma das novidades a ser apresentada no Fórum é a nova imagem da CETS. «A designação que vamos usar durante estes cinco anos [prazo da certificação] é uma simplificação da primeira, mais complexa: “Gata-Malcata. Terras do Lince”, passando a designar-se “Terras do Lince”», explica Dulcineia Moura, coordenadora da Territórios do Côa, que apresenta neste encontro o Plano de Acção.
«Aquilo que nós temos para fazer já o temos aprovado, agora temos que arregaçar mangas e executar», afirma, destacando que «o nosso objectivo é criar acções que tenham sustentabilidade, que sejam eficientes e que mostrem essa eficiência no âmbito do território para que depois venhamos a ter a recertificação do território».
E são muitas acções previstas para os próximos anos, que vão desde o «apelo às tradições do nosso território», à qualificação da oferta turística, ao envolvimento da comunidade escolar, ao «fomentar um conjunto de visitas ao nosso território para todos os públicos e públicos com alguma mobilidade reduzida».
«Decidimos aliar aquilo que é a apresentação do galardão, da nova imagem, dos intervenien-tes directos do plano de acção, na expectativa de angariarmos mais intervenientes e mais parceiros, àquela componente que agora nós temos dos projectos das linhas de apoio ao turismo», resume Dulcineia Moura.
GM

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