Socialista Eduardo Brito quer «menos festa e mais emprego» na Guarda

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O candidato socialista à presidência da Câmara da Guarda, Eduardo Brito, defendeu Sexta-feira que na Guarda «tem de haver menos festa e mais emprego», por isso, assumiu que nas eleições autárquicas, o que vai estar em causa é o futuro da cidade: «ou mais festa, ou mais emprego». Na sessão de apresentação da sua candidatura, o ex-autarca de Seia considerou que «este modelo de desenvolvimento, que aposta quase tudo no alindamento , é muito curto». «Sem emprego, sem fixar jovens, o futuro está irremediavelmente perdido», acrescentou, sustentando que a Guarda deve ter «factores diferenciadores que leve a que seja escolhida» e, por isso, será necessário «pôr alguma verba ao serviço dessa estratégia». «O que se vai discutir nesta campanha é em que medida é que os recursos do município são disponibilizados para atrair empresas e criar emprego», salientou.
O candidato do PS nas eleições de 1 de Outubro defendeu a instalação de um Tribunal Administrativo e Fiscal na cidade e considerou que a Guarda precisa de ter «serviços públicos de primeira qualidade». «Queremos que o hospital [Sousa Martins] tenha a segunda fase. É absolutamente fundamental», acrescentou Eduardo Brito que concorre com o lema “Há outro caminho”.
Depois de lembrar que «tudo o que é estruturante» na cidade e no concelho foi feito pelo PS, apontou que a sua candidatura «é uma candidatura do PS, mas é uma candidatura aberta», onde «todos contam e todos têm lugar».
Na sessão participou o dirigente nacional do PS Pedro Nuno Santos, que considerou Eduardo Brito como «um homem com grande experiência autárquica» e com «uma visão estratégica para a Guarda». Na sua opinião, a Guarda tem estado «neste últimos quatro anos, a marcar passo» e, por isso, sustenta, são necessários «líderes políticos que acreditem que é possível haver outro caminho», com vista ao desenvolvimento. «Já temos um governo de jeito no país, também queremos um governo de jeito na Guarda», concluiu.
Joaquim Carreira, actual vereador do PS na autarquia, que lidera a lista candidata à Assembleia Municipal da Guarda considerou Eduardo Brito como «o melhor e mais experiente candidato» que o partido «podia ter neste momento».
A candidatura socialista anunciou que tem Luísa Campos como mandatária e Hugo Carvalho como mandatário financeiro. Agostinho Gonçalves é o director da campanha, António Gil o coordenador do programa eleitoral autárquico e António José Dias de Almeida o presidente da comissão de honra.
O actual presidente da autarquia da Guarda, Álvaro Amaro, vai concorrer ao segundo mandato pelo PSD, o BE candidata Jorge Mendes, ex-presidente do Instituto Politécnico local, Carlos Adaixo é o candidato da coligação “Guarda em Primeiro” (CDS-PP, MPT e PPM) e Carlos Canhoto lidera a candidatura da CDU.
Nas eleições autárquicas de 2013, o social-democrata Álvaro Amaro conquistou ao PS a presidência da câmara que era gerida por este partido desde as primeiras eleições autárquicas (1976).
Álvaro Amaro, que concorreu em coligação com o CDS-PP, foi eleito por maioria absoluta, com 51,43% dos votos e cinco mandatos autárquicos, ocupando o PS os outros dois lugares do executivo.

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