ULS da Guarda consegue idoneidade formativa em Reumatologia

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O Colégio da Espe-cialidade de Reumatologia atribuiu ao Serviço de Reumatologia da Unidade Local de Saúde ULS da Guarda idoneidade forma-tiva. O que significa que a instituição tem capacidade para formar nesta valência os internos do Internato Complementar, a iniciar-se em Janeiro do próximo ano. Aquela estrutura da Ordem dos Médicos reconheceu que a ULS da Guarda tem condições para garantir a formação dos futuros especialistas e que cumpre os requisitos exigidos. Assim este serviço, que é actualmente dirigido pela médica Cláudia Vaz, terá no início do próximo ano uma vaga disponível para receber um interno que queira prosseguir a formação nesta especialidade.
O serviço de Reu-matologia junta-se assim aos restantes serviços que anualmente recebem internos para completarem a sua formação na ULS da Guarda.
No ano passado, a ULS já tinha conseguido obter capacidade formativa no serviço de Pediatria. O primeiro interno desta especialidade entrou na ULS da Guarda no início deste ano.
De acordo com o mapa divulgado pela Ordem dos Médicos, a ULS da Guarda tem ainda capacidade formativa para 2018 nos serviços de Cirurgia Geral, Medicina Interna, Pneumologia, Pediatria, Psiquiatria, e Saúde Pública. Uma vaga em cada um dos serviços.
As vagas para receber internos são atribuídas aos serviços que reúnem condições para dar for-mação. A idoneidade formativa é atestada pelos colégios da Ordem dos Médicos. Todos os anos os serviços informam quantos médicos internos podem receber e a Ordem dos Médicos determina quan-tos podem estar nesses locais.
O internato médico é feito em duas fases. O Ano Comum realiza-se após a licenciatura em Medicina e corresponde a um processo único de formação médica especializada teórica e prática. O internato médico de especialidade consiste num período de três a seis anos, para além dos seis de faculdade e outro de internato de Ano Comum, em que os finalistas se tornam médicos espe-cialistas. A abertura de vagas para internato médico assume especial impor-tância nos locais onde há falta de médicos. O processo não dá garantia de que os médicos fiquem na instituição quando ter-minarem a formação, mas em muitos casos pode ser decisivo tendo em conta que muitos acabam por organizar a sua vida pessoal onde fazem a especialidade, que dura alguns anos. Aconteceu assim com alguns dos médicos que se encontram no hospital da Guarda há vários anos e que decidiram fixar-se na cidade. Nos últimos anos houve casos de jovens licenciados que queriam prosseguir a sua formação na ULS da Guarda e não o puderam fazer por falta de vagas para internato.

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