ULS da Guarda pediu nove lugares para médicos no topo da carreira, mas Ministério da Saúde só atribui três

O Ministério da Saúde atribuiu três vagas à Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda num universo de 250 postos de trabalho para recrutar assistentes graduados sénior, ou seja, médicos no topo da carreira. No despacho publicado esta Segunda-feira em Diário da República, que determina a distribuição dos 250 postos de trabalho, constata-se que só foi contemplada neste procedimento uma especialidade hospitalar: Pediatria. Há ainda duas vagas nos Cuidados de Saúde Primários para Medicina Geral e Familiar.

No hospital da Guarda há médicos que aguardam há vários anos por uma oportunidade como esta para progredir na carreira e que ficaram desapontados pelo facto da sua especialidade não ter sido contemplada neste concurso.

Contactado pelo TB, o presidente do Conselho de Administração da ULS da Guarda esclarece que «o número atribuído fica aquém das vagas solicitadas», uma vez que foram pedidas nove vagas, o correspondente ao número de profissionais que reúnem condições para progredir na carreira. Foram pedidas seis para valências hospitalares e três para Medicina Geral e Familiar. Mais pormenores na edição desta semana do Jornal Terras da Beira.

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