Última Assembleia Municipal da Guarda deste mandato vota hoje Plano que inclui Alameda dos efe’s

A última Assembleia Municipal da Guarda deste mandato, que está a decorrer desde esta manhã, vai discutir e votar o Plano de Urbanização do Cabroeiro, que inclui a construção da Alameda dos efe’s, entre a zona das Piscinas Municipais e a rotunda dos efe’s. Depois de passar pela Assembleia Municipal, o Plano será publicado em Diário da República. Após a realização do concurso público da empreitada, a obra terá ainda de ter o visto do Tribunal de Contas. Está ainda a faltar a negociação com os proprietários dos terrenos afectados. A obra fez parte do programa eleitoral da primeira equipa do PSD na Câmara da Guarda, liderada por Álvaro Amaro.

O Plano esteve em discussão pública entre 13 de Julho e 1 de Agosto. O processo recebeu 17 participações de 12 interessados. De acordo com o relatório, a maioria das considerações apresentadas pelos municípios vão ser acolhidas. O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, já referiu que a empreitada se possa iniciar «no final deste ano ou início do próximo». Mas o processo tem merecido críticas por parte do vereador, Sérgio Costa, que tinha nas mãos o processo antes de lhe serem retirados os pelouros. O autarca já lamentou mais de uma vez que a obra esteja «adiada em definitivo para o próximo executivo». Carlos Chaves Monteiro tem argumentado que «o mais difícil» foi «a concertação de todas as entidades». E em relação à negociação com os proprietários, o autarca tem defendido que o processo pode decorrer sem que seja colocado em causa o início da obra.

O Plano do Cabroeiro abrange o território limitado a poente pela rua António Sérgio/ rua Almeida Garrett/ rua Dr. Francisco Pissarra de Matos até à VICEG (Via de Cintura Externa da Guarda). A área integra duas linhas de água confluentes, que desaguam no Rio Diz, que formam dois vales com uma ocupação maioritariamente agrícola. Entre os objectivos do Plano está «o estabelecimento da ligação viária entre o centro da cidade e a VICEG; a estruturação do território atravessado por esta nova ligação, criando uma zona de expansão urbana em articulação com a malha urbana envolvente, instituindo um sistema de execução que permita a disponibilização a curto prazo, e preferencialmente sem encargos para a autarquia; a consolidação e estruturação de áreas urbanas não ocupadas do Bairro Senhora dos Remédios, do Bairro da Luz, do Bairro da Póvoa do Mileu, do Bairro do Pinheiro e o aumento da área do Parque Industrial».

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