Vacinação suspensa em Gouveia devido a possível falha na cadeia de frio

A vacinação na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Gouveia foi suspensa na sequência de uma possível falha na cadeia de frio, informou a “task-force” que coordena o processo. «A vacinação no UCSP Gouveia foi suspensa pela coordenação da “task-force” de vacinação para averiguação do cumprimento das normas e procedimentos em vigor. Esta decisão decorre de uma alegada falha na cadeia de frio», referiu a estrutura liderada por Gouveia e Melo, num comunicado.

Na mesma nota, o organismo que coordena o Plano de Vacinação contra a Covid-19 salientou não ser «expectável que este incidente tenha efeito na saúde dos utentes», tendo em conta «as características das vacinas contra a covid-19». Apesar dessa ressalva, a “task-force” adiantou que os utentes vacinados entre 2 e 4 de Setembro «serão contactados pelas entidades de saúde, nos próximos dias, no sentido de monitorizar a eficácia das vacinas inoculadas».

A estrutura responsável pela coordenação da vacinação em Portugal continental acrescentou que o Infarmed, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, está a acompanhar a situação.

«Na eventualidade de existir alguma suspeita de reacção adversa, esta deve ser comunicada através do Portal RAM (https://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram)», reforçou a “task-force”.

Segundo o mesmo comunicado, os agendamentos previstos para este centro de vacinação serão reagendados para outros centros nas proximidades e será «solicitada uma investigação dos factos à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde».

A covid-19 provocou pelo menos 4.574.225 mortes em todo o mundo, entre mais de 221,13 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse. Em Portugal, desde Março de 2020, morreram 17.816 pessoas e foram contabilizados 1.048.941 casos de infecção confirmados, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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