Vitimas mortais do acidente em França são naturais do concelho de Vila Nova de Foz Côa

As quatro vítimas mortais do acidente ocorrido esta madrugada em França são naturais do concelho de Vila Nova de Foz Côa. A confirmação foi dada ao jornal Terras da Beira por Gustavo Duarte, presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa, adiantando que, entre as vítimas há um casal de Freixo de Numão é uma mulher de Muxagata. O autarca disse ainda que a maioria dos passageiros são daquele concelho e os restantes de Penafiel.
O despiste de um autocarro hoje de madrugada em França provocou, além de quatro mortos, três feridos graves e 25 ligeiros, todos emigrantes portugueses com destino a Genebra, Suíça, informou a Secretaria de Estado das Comunidades.
“O destino era Genebra e estariam a 230 quilómetros do destino final”, disse à Lusa o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, adiantando que o acidente terá tido como “causa mais provável” o gelo, por se tratar de um despiste, mas ressalvando a necessidade de aguardar pela realização do inquérito.
Os passageiros do autocarro, pertencente à empresa ” Rota das Gravuras” (com sede no concelho de Vila Nova de Foz Côa), com destino a Genebra eram todos emigrantes, segundo a mesma fonte, e três desses portugueses inspiram cuidados: “Esperamos que assim não aconteça, mas é possível que entre os feridos graves possa haver algum que não resista aos ferimentos”.
O acidente aconteceu às 04:30 locais (menos uma hora em Lisboa), sendo ainda “de forma oficial desconhecida” a transportadora rodoviária que assegurou o transporte dos emigrantes, segundo o governante.
O autocarro partiu de Portugal a caminho da Suíça e despistou-se na Estrada Nacional 79, na direção Mâcon-Moulins, num troço da RCEA (Estrada Centro Europa e Atlântico), conhecida por ser uma estrada perigosa.
“Neste momento [às 09:20] estamos em contatos consulares, quer com o consulado de Lyon, quer com o de Genebra, porque seria aí o destino. Estamos num processo ainda de identificação das vítimas mortais”, por forma a poder também mobilizar apoios às famílias das vítimas do acidente, acrescentou José Luís Carneiro.

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